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Centro Cultural do TRT abre a programação do ano com o pintor italiano Guido Boletti

publicado: 24/02/2026 às 23h38 | modificado: 25/02/2026 às 17h23

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Resumo em texto simplificado

Centro Cultural do TRT inicia a programação de 2026 com exposição "Pinturas de Ouvido para Tocar a Alma", do artista Guido Boletti. O evento contou com a participação do Coral Acordos & Acordes, do Sitraemg, que interpretou seis músicas.

Saiba mais sobre esta iniciativa

A noite desta terça-feira (24/2) no Centro Cultural do TRT foi para apresentar a exposição “Pinturas de Ouvido para Tocar a Alma”, do pintor italiano Guido Boletti. A abertura e a finalização do evento ficaram a cargo do coral Acordos & Acordes, do Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário Federal em Minas Gerais (Sitraemg).

De acordo com o artista, esta é a primeira exposição dele com 85% das obras em estilo abstrato. Ele se declara feliz e surpreso com o resultado alcançado. Para Boletti, que percebe sua produção como uma terapia, todo artista que se respeita produz suas obras primeiramente para si mesmo. Um dos significados da ideia de “pintar de ouvido”, conforme ele revelou à plateia, está ligada ao fato de que a sua produção artística advém da percepção do que lhe chega, daquilo que ele define como “ouvir o próximo, ouvir a vida, ouvir universo”. 

Guido Boletti

Pinturas

A obra apresentada na exposição é composta por pinturas abstratas, com cores vivas, nas quais é possível, a partir da observação, ir imaginando e descobrindo objetos. Guido Bolleti tem uma trajetória artística de 35 anos, que teve inicio com uma pintura mais figurativa e passou por constante transformação até chegar no estilo atual.

Público apreciando a obra de Guido Boletti
Público apreciando a obra de Guido Boletti

Apresentação do coral

O grupo coral Acordos & Acordes executou inicialmente as composições “Casa Aberta”, de Flávio Henrique e Chico Amaral; Caçador de Mim, de Sérgio Magrão e Luis Carlos Sá; e Panis et Circensis, de Caetano Veloso e Gilberto Gil. Após as falas, o evento finalizou com o coral apresentando as músicas Sutilmente, de Samuel Rosa e Nando Reis; Sina, de Djavan; e Metamorfose Ambulante, de Raul Seixas.

Coral Acordos e Acordes, do Sitraemg

O maestro Felipe Magalhães fez uma breve fala para expressar o prazer de poder estar fazendo a apresentação no Centro Cultural do TRT, lembrando que o coral por ele dirigido, antes de pertencer ao Sitraemg, era do Tribunal. 

A curadora do Centro Cultural, desembargadora aposentada Emília Facchini, falou do objetivo de incrementar o diálogo entre a cultura e o Direito, apresentados por ela como “duas forças transformadoras, que nos ajudam a interpretar o mundo e a construir um futuro mais justo”. A magistrada enalteceu o valor histórico e estético do prédio que hoje sedia o Centro Cultural, construído na década de 1920, que passou muitos anos como biblioteca da Faculdade de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e, depois de ter ficado abandonado, acabou sendo revitalizado pelo TRT.

Veja galeria de fotos.

Curadora do Centro Cultural do TRT-MG, desembargadora Emília Facchini

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