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Centro Cultural inaugura exposição de pintura que reflete diferentes fases da vida da artista

publicado: 27/03/2026 às 23h42 | modificado: 27/03/2026 às 23h42

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Resumo em texto simplificado

A pintora Helena Alves de Oliveira apresenta parte da sua obra na Exposição Crisálida: o registro de uma metamorfose, lançada esta sexta-feira (27/3) no Centro Cultural do TRT-MG. O evento contou com a apresentação do coral "Ars Antiqua", que foi da música afro-norteamericana ao folclore nordestino, passando pelo tango e pelo folclore argentino. A exposição vai até o dia 5 de maio.

Saiba mais sobre esta iniciativa

A exposição "Crisálida: o registro de uma metamorfose", da pintora Helena Alves de Oliveira, foi lançada na noite desta sexta-feira (27/3) no Centro Cultural do TRT-MG (Rua da Bahia, 112 - Centro / Belo Horizonte). A acervo exposto foi apresentado pela filha da artista, Ane Caroline Alves de Oliveira, como algo que nos propõe uma reflexão sobre a arte como refúgio pessoal e como instrumento de catarse: uma exposição com alma.

A exposição pode ser visitada gratuitamente até o dia 5 de abril.

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Pintora Helena Alves de Oliveira apresenta um dos seus quadros expostos na Exposição Crisálida

A artista, o nome, a obra

Helena começou a pintar com cerca de 30 anos de idade. Quando ficou hospedada na casa de alguns amigos, ao fazer um passeio, ficou impressionada com um quadro. Ao voltar para casa, tentou reproduzi-lo, mas, segundo ela, não conseguiu fazer isso a contento porque não entendia de pintura. “Eu sou autodidata, então fui tentando, tentando, e acabei fazendo alguma coisinha”, explica a artista para descrever o início de sua trajetória.

Crisálida remete à fase em que a lagarta da borboleta passa por metamorfose dentro do casulo. O nome engloba a ideia do refúgio e da mudança. Nas palavras da filha da artista, é um tempo de recolhimento, de quietude e profunda reorganização interna

Quem visita a exposição percebe a analogia com a ideia da metamorfose, pois os quatro eixos nos quais a obra se divide representam não só temáticas diferenciadas, mas também estilos bem diversos. O acervo se divide em retratos, pintura abstrata, paisagens e natureza morta e flores. Ao conferir a obra é possível perceber que a artista se reinventa em cada uma dessas propostas, que acompanham diversas fases da sua vida.

Programação do lançamento da exposição

A noite começou com uma breve mensagem da curadora do Centro Cultural, desembargadora Emília Facchini, que falou sobre as qualidades da artista e também do coral Ars Antiqua, que se apresentou na sequência.

O coral começou com o afro-norteamericano “Every time I feel the spirit”, no arranjo de William Dawson; seguiu com “De mi esperanza”, do foclore argentino, no arranjo de Rodrigo Martinez; com o tango argentino “Adios nonino”, de Astor Piazzola; encerrando com Muié Rendeira, do folclore nordestino brasileiro, no arranjo de Pinto Fonseca.

Confira as fotos.

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