Conselheiro do CNJ se reúne com comissões de enfrentamento ao assédio de tribunais mineiros
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Resumo em texto simplificado
O conselheiro Fábio Francisco Esteves, do CNJ, reuniu-se com representantes de comissões de enfrentamento ao assédio dos tribunais mineiros no TJMG. O encontro buscou aproximar o CNJ das experiências locais e identificar desafios relacionados ao tema. Representantes do TRT-MG participaram das discussões. A reunião destacou o papel das comissões como espaços de acolhimento, orientação e promoção de mudanças culturais. Também foi reforçado o compromisso do CNJ com políticas institucionais voltadas ao respeito, à diversidade e à saúde mental no ambiente de trabalho.
Saiba mais sobre esta iniciativaO empenho em fortalecer uma política judiciária nacional para o combate ao assédio e à discriminação levou o conselheiro Fábio Francisco Esteves, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a promover uma reunião com representantes de comissões que tratam do assunto de todos os tribunais de Minas Gerais. O encontro aconteceu esta sexta-feira (15/05) à tarde no Fórum Cível e Fazendário do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que está localizado na avenida Raja Gabaglia.
O TRT mineiro se fez representar na ocasião pelo coordenador do Subcomitê de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação de Segundo Grau, desembargador Delane Marcolino Ferreira, assim como pela coordenadora e pelo vice-coordenador do comitê correspondente de Primeiro Grau, a juíza Luciana de Carvalho Rodrigues e o juiz Pedro Mallet Kneipp, respectivamente.
Objetivo da reunião
A oportunidade serviu para aproximar o CNJ das experiências locais, conhecer melhor a realidade das comissões e identificar desafios. Com isso, o objetivo é fortalecer uma atuação conjunta voltada à prevenção e à atuação humanizada e efetiva no enfrentamento a todas as formas de discriminação e assédio no ambiente institucional, seja ele moral ou sexual.
Um dos destaques da reunião foi a ênfase no reconhecimento das comissões como espaços de escuta, orientação, acolhimento e promoção de mudanças culturais. O objetivo é garantir ambientes de trabalho mais seguros saudáveis e respeitosos. O representante do CNJ também se comprometeu com o fortalecimento de uma cultura institucional voltada para o respeito e a valorização da diversidade, como forma de preservar a saúde mental e a dignidade no trabalho.
A implementação da Política de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, instituída por resolução do CNJ publicada em 2020, também esteve na pauta da reunião.
Resultado positivo
A juíza Luciana de Carvalho Rodrigues, que é titular da 6ª Vara do Trabalho de Contagem, destacou a extrema relevância do encontro, já que ele serviu para propiciar a troca de experiências com comissões de todos os outros ramos do Judiciário e para demonstrar o apoio do CNJ ao trabalho que vem sendo realizado pelas comissões regionais. “O conselheiro ouviu as experiências e sugestões dos membros das comissões regionais e vai levá-las para debate junto ao ministro presidente do CNJ, fomentando uma política de combate ao assédio participativa e democrática.”
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