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Conselho Consultivo define novas diretrizes para Escola Judicial do TRT-MG no biênio 2026/2027

publicado: 19/01/2026 às 19h01 | modificado: 20/01/2026 às 14h51

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Resumo em texto simplificado

O Conselho Consultivo da Escola Judicial do TRT-MG realizou, em 19/1, sua primeira reunião de 2026, marcando o início do biênio 2026/2027. O encontro, híbrido, ocorreu na sede da Ejud e teve como foco a definição de diretrizes e atividades para o período. O juiz Bruno Alves Rodrigues, novo coordenador acadêmico, apresentou relatório da equipe de transição com propostas como mudanças no formato dos cursos, incentivo à maior participação de magistrados, servidores e aposentados, além do fortalecimento da linguagem simples e da diversidade.

A Escola Judicial mantém sua estrutura organizacional e gestores, e a reunião contou com balanço de atividades e apresentação de propostas das seis seções da instituição. Entre as principais deliberações, destacam-se a definição de um portfólio de cerca de 20 cursos, priorizando metodologias ativas e formato híbrido, com foco na qualidade da formação, além da implantação de sistemas informatizados para certificação e da definição das atribuições dos conselheiros.

A diretora da Ejud, desembargadora Maria Cecília Alves Pinto, ressaltou o papel estratégico da Escola no fortalecimento da Justiça do Trabalho, com ênfase em temas ligados à rotina funcional, como inteligência artificial, saúde mental e litigância responsável, e na aproximação com magistrados e servidores aposentados.

Como novidades para 2026, o Conselho aprovou a ampliação de convênios com instituições de ensino para cursos de especialização, mestrado e doutorado, bem como discutiu temas para futuras deliberações, como novas edições do Programa História Oral, a criação de uma Semana Formativa para servidores e a ampliação de parcerias acadêmicas.

Saiba mais sobre esta iniciativa

O Conselho Consultivo da Escola Judicial (Ejud3) do TRT-MG, formado a partir da posse da nova administração do Regional, realizou, nesta segunda-feira (19/1), a primeira reunião de 2026 para deliberar sobre diretrizes e atividades no biênio 2026/2027. Parte dos conselheiros participou de forma online do encontro, realizado na sede da Ejud3 (Rua Guaicurus, 201). O juiz do trabalho, Bruno Alves Rodrigues, que assume a coordenação acadêmica da Ejud, apresentou o relatório elaborado pela equipe de transição que trouxe desde temas a serem deliberados pelo Conselho, como a mudança no formato dos cursos ofertados e a busca de meios para incentivar a maior participação de magistrados e servidores nas atividades formativas, incluindo os aposentados, até a definição de novas diretrizes, como o incremento do uso da linguagem simples e o fortalecimento do conceito da diversidade.

A Escola Judicial permanece com a mesma configuração, tanto do organograma como dos gestores das seções. A reunião foi aberta com um breve balanço de atividades e também apresentação de propostas por cada uma das seis seções integrantes da Instituição. 

1ª Reunião do Conselho Consultivo da Escola Judicial biênio 2026/2027

Participaram presencialmente os membros do Conselho Consultivo da Escola Judicial, a 2ª vice-presidente do TRT-MG e diretora da Ejud, desembargadora Maria Cecília Alves Pinto, o juiz do trabalho e coordenador acadêmico, Bruno Alves Rodrigues, o secretário Fernando Brescia, além dos magistrados Ângela Castilho Rogêdo, Adriana Goulart de Sena Orsini, Flávia Rossi, Samantha Hassen, e Ana Maria Rebouças. 

Deliberações

O coordenador acadêmico, Bruno Alves Rodrigues, trazendo sua experiência como integrante da direção da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho (Enamat), apresentou aos conselheiros as propostas para fortalecer e dinamizar o papel da Escola Judicial do TRT-MG na formação de magistrados, servidores e cidadãos no biênio que se inicia. Segundo ele, a definição do portifólio de cerca de 20  cursos a serem ofertados nos próximos meses levou em conta os interesses mapeados pela Secretaria de Governança e Estratégia (Sege) junto ao corpo funcional.

Quanto ao formato dos cursos, o Conselho deliberou mudanças. "O projeto político pedagógico da Escola determina a priorização das metodologias ativas, onde serão priorizadas a troca de experiências, o estudo de casos, o que significa uma participação mais ativa de magistrados e servidores nas atividades de formação. "Vamos priorizar os cursos em formato híbrido, com a utilização de plataformas digitais, mas também momentos presenciais com tutores", explicou Bruno Alves Rodrigues. Para o coordenador acadêmico, mais importante que a quantidade será a qualidade da formação.  

Foi aprovada ainda a instalação de sistemas informatizados para facilitar a certificação de cursos em conformidade com normativos superiores e definidas as atribuições primárias de cada membro do Conselho.

Servidores da Escola Judicial do TRT-MG participam de reunião para definição de metas para 2026

Para a 2ª vice-presidente do TRT-MG e diretora da Ejud, desembargadora Maria Cecília Alves Pinto, a Escola Judicial tem papel estratégico no fortalecimento da Justiça do Trabalho. "A formação é fundamental e estamos propondo uma metodologia de participação ativa de quem vai fazer os cursos, sempre voltada para o funcionamento e para as atribuições do dia a dia dos servidores e dos magistrados. "A gente vai investir em temas ligados à inteligência artificial, à saúde mental do trabalhador e à litigância responsável. Também queremos o aposentado aqui dentro da Escola Judicial, porque eles representam a história da instituição, e, por sua experiência, têm muito a agregar", concluiu. 

Novidades para 2026

Nesta primeira reunião, o Conselho Consultivo da Escola Judicial ainda aprovou a expansão de convênios com faculdades e universidades que ofertem cursos de especialização que possam qualificar ainda melhor magistrados e servidores. "Hoje a Ejud tem convênio firmado com três instituições de ensino superior, prevendo descontos nas mensalidades para cursos de especialização, mestrado e doutorado. A partir de agora nosso objetivo é ampliar a prospecção de convênios com novas instituições qualificadas, ampliando assim as possibilidades de formação dos nossos servidores, desde que para cursos voltados ao aperfeiçoamento profissional.", afirmou o juiz Bruno Alves. 

Na reunião foram também apresentados temas para as próximas deliberações do Conselho Consultivo, como a definição de nomes para as próximas edições do Programa História Oral, a possibilidade de uma Semana Formativa para servidores (a exemplo da Semana Formativa para magistrados), e a prospecção de convênios com instituições de ensino que possam oferecer descontos na ampliação da formação acadêmica de magistrados e servidores.

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