Sede do TRT-MG recebe a mostra "Retrato Escravo" para marcar ações de conscientização contra o trabalho degradante
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Resumo em texto simplificado
O TRT-MG inaugura, em 28 de janeiro, no edifício-sede, uma versão reduzida da exposição “Retrato Escravo”, em alusão ao Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo. A iniciativa integra ações educativas da Justiça do Trabalho e busca conscientizar a sociedade sobre o trabalho escravo contemporâneo, uma grave violação de direitos humanos. A mostra apresenta imagens e relatos de trabalhadores submetidos a condições degradantes, com fotografias de Sérgio Carvalho e João Roberto Ripper, e permanece aberta ao público no saguão do Tribunal.
Saiba mais sobre esta iniciativaO TRT-MG abre, na quarta-feira (28/1), às 12h, no saguão do edifício-sede ( Avenida Getúlio Vargas, 225 - BH), uma versão da exposição “Retrato Escravo”, como parte das ações alusivas ao Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, celebrado em 28 de janeiro. A mostra convida o público a refletir sobre uma das mais graves violações de direitos humanos ainda presentes na sociedade brasileira. Aberta ao público, a versão reduzida da mostra permanecerá em cartaz no saguão do edifício-sede do Tribunal até o dia 27 de fevereiro, integrando o conjunto de ações educativas promovidas pela Justiça do Trabalho em Minas Gerais.
Por meio de imagens e narrativas impactantes, “Retrato Escravo” lança luz sobre a realidade de trabalhadores submetidos a condições degradantes, jornadas exaustivas e restrição de liberdade. As fotos são de autoria do auditor fiscal do trabalho, Sérgio Carvalho, e do fotógrafo João Roberto Ripper e já circularam por diversos espaços públicos do país. No ano passado, a exposição atraiu mais de mil visitantes nos três meses em que ficou em cartaz no saguão da Escola Judicial do TRT-MG (Rua Guaicurus, 203).

A reinstalação da exposição nesta unidade da Justiça do Trabalho, na capital, é uma iniciativa do Programa Nacional de Enfrentamento ao Trabalho Escravo e ao Tráfico de Pessoas e de Proteção ao Trabalho do Migrante, coordenado no âmbito do TRT-MG pela desembargadora Juliana Vignoli Cordeiro e pelo juiz Marcelo Oliveira da Silva em parceria com o Centro de Memória do TRT-MG. O objetivo é ampliar a conscientização da sociedade e estimular o debate sobre a importância da prevenção, da denúncia e do fortalecimento das políticas públicas de combate ao trabalho escravo contemporâneo.
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