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Fórum debate políticas públicas para pessoas com transtorno do espectro autista

publicado: 29/04/2026 às 17h33 | modificado: 29/04/2026 às 17h52

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Resumo em texto simplificado

Nesta terça-feira (29/4), foi realizado o Fórum Intersetorial sobre Transtorno do Espectro Autista em Belo Horizonte, na sede da Escola Judicial do TRT. O evento promovido pela Prefeitura de Belo Horizonte reuniu representantes do poder público e da sociedade civil para discutir políticas públicas de inclusão voltadas para as pessoas com esse transtorno. A programação inclui apresentação de iniciativas, grupos de trabalho e participação do público. Autoridades destacaram avanços nas políticas e a importância da articulação institucional, especialmente na inclusão no mercado de trabalho. Também foram apresentadas ações de conscientização e combate à discriminação promovidas pelo TRT.

Saiba mais sobre esta iniciativa

A Escola Judicial do TRT mineiro sediou, na tarde desta quarta-feira (29/4), o 2º Fórum Intersetorial de Atenção Integral à Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, promovido pela Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, por meio da Subsecretaria de Direitos Humanos e Diretoria de Políticas para as Pessoas com Deficiência. O evento tem como objetivo a construção de políticas públicas inclusivas.

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Público presente ao Fórum Intersetorial de Atenção Integral à Pessoa com Transtorno do Espectro Autista

A programação incluiu devolutivas sobre iniciativas já implementadas, reuniões de grupos de trabalho, espaços para manifestações da sociedade civil, esclarecimento de dúvidas e encaminhamentos finais.

Importância do tema, iniciativas  e avanços

Ao abrir o evento, o diretor de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência da Prefeitura, Luiz Vilani, destacou os avanços nas políticas públicas e a importância da participação do TRT, especialmente no que diz respeito à inclusão laboral, demonstrando articulação entre os poderes para uma sociedade mais inclusiva.

A conselheira da Escola Judicial do TRT-MG e desembargadora aposentada, Ana Maria Amorim Rebouças, enfatizou a relevância de discutir a permanência no trabalho digno, a adequação dos ambientes laborais, o enfrentamento de práticas discriminatórias e o fortalecimento das políticas de educação e saúde.

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Desembargadora aposentada Ana Maria Amorim Rebouças na mesa de abertura ao lado da servidora Júnia Paula Fernandes Oliveira, ambas do TRT-MG

A chefe do Núcleo de Gestão Sustentável do TRT, Júnia Paula Fernandes Oliveira, representando o Comitê de Equidade, Raça, Gênero e Diversidades, apresentou ações de letramento e formação, materiais educativos como a cartilha As Aventuras da Super Respeito, e iniciativas voltadas à eliminação de barreiras e sensibilização sobre machismo, racismo, capacitismo e outras formas de discriminação, ressaltando que o impacto das ações se estende também à prestação jurisdicional.

Autoridades presentes a mesa de abertura

A mesa de abertura contou ainda com a presença da presidente do Conselho Municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência, Alvanir Melo; da representante da Cadda Minas, Maristela Ferreira; da subsecretária municipal de Direitos Humanos, Luana Magalhães de Araújo Cunha; da presidente da Comissão Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência da OAB/MG, Carla Patrícia Rodrigues; e do secretário municipal de Assistência Social e Direitos Humanos, André Reis.

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