Desembargadores e servidora do TRT3 participam de I Encontro Nacional de Gestão da Responsabilidade Socioambiental

publicado 16/12/2015 11:32, modificado 16/12/2015 13:32
Desembargadores e servidora do TRT3 participam de I Encontro Nacional de Gestão da Responsabilidade Socioambiental (imagem 1)

Os desembargadores Sebastião Geraldo de Oliveira e José Eduardo Chaves Junior (respectivamente nas fotos da direita e esquerda), do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região, e a chefe da Seção de Gestão Socioambiental do Tribunal, Ludmilla Mendes, participaram do I Encontro Nacional de Gestão da Responsabilidade Socioambiental da Justiça do Trabalho, realizado em Belém (PA) nos dias 3 e 4 de dezembro.

O evento promovido pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), com o apoio do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região - PA, reuniu presidentes de TRTs, desembargadores do Trabalho e servidores. Sua principal finalidade foi divulgar e debater a Política Nacional de Responsabilidade Socioambiental da Justiça do Trabalho, instituída pelo Ato Conjunto CSJT-TST nº 24/2014. A representação do TRT-MG teve por objetivo obter subsídios para a elaboração da Política de Responsabilidade Socioambiental deste Tribunal.

Prevenção e saúde

No primeiro dia do evento, o desembargador Sebastião Geraldo de Oliveira, gestor nacional do Programa Trabalho Seguro, discorreu sobre o tema "Os rumos do trabalho decente e do trabalho seguro no Brasil". Ele destacou as diretrizes da Constituição Federal de 1988 com relação à saúde e segurança do trabalhador e abordando a mudança de paradigma ocorrida no mundo do trabalho. "Tradicionalmente o risco era monetizado, com a criação dos adicionais o objetivo era proteger o trabalho, não o trabalhador. A tendência atual é eliminar o risco, ter um ambiente saudável, o foco é na prevenção e na saúde do trabalhador", ressaltou.

Na manhã do segundo dia do I Encontro Nacional de Responsabilidade Socioambiental da Justiça do Trabalho, o desembargador José Eduardo Chaves Junior abordou o tema "Sustentabilidade: Judiciário em rede". Na ocasião, apresentou a Rede Nacional de Cooperação Judiciária proposta no Conselho Nacional de Justiça, da qual participou da construção e que virou meta. Ao trazer este conceito de rede para a construção da sustentabilidade, o magistrado frisou: "Quando se fala em sustentabilidade, se pensa em escassez de recurso. Os recursos são limitados e as necessidades são ilimitadas. A economia em rede, tecnológica, trabalha com o princípio da abundância e não da  escassez, como a lógica tradicional". (Com informações e fotos: site do TRT8)

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