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Banco do Brasil poderá propor acordo aos reclamantes que manifestarem esse interesse

publicado 14/06/2011 16:13, modificado 14/06/2011 19:13

Uma comitiva do Banco do Brasil visitou hoje, dia 14, o presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região, desembargador Eduardo Augusto Lobato, em seu gabinete, em Belo Horizonte, para lhe dar a notícia da mudança interna de postura da instituição no que diz respeito à conciliação na área trabalhista.

Segundo o gerente jurídico regional do banco, Marcelo Alkmim Pimenta, "ao contrário do que ocorria antes, a política praticada hoje é de realizar acordos nas ações trabalhistas". De acordo com o dirigente, em Minas há cerca de dois mil processos trabalhistas em curso, considerando as fases de conhecimento e execução. Somente no primeiro semestre de 2011 (ainda não terminado) já foram fechados 28 acordos em Minas e outros 25 estão em franca negociação, o que representa aumento de 210% em relação ao número de conciliações do último semestre do ano passado. "Qualquer um que tenha ação trabalhista contra o Banco do Brasil pode manifestar o interesse de fazer acordo que, havendo viabilidade, o banco apresenta uma proposta de conciliação", garante Marcelo Alkmim.

Os dirigentes presentes reconhecem que uma cultura de não privilegiar a negociação, praticada há tantos anos, não se muda de um momento para outro, mas, para dar mostras de que o novo posicionamento é uma realidade, eles informam que o banco criou "oficinas de negociação trabalhista" nas cidades de Belo Horizonte e do Rio de Janeiro, e instituiu um "curso de preparação de prepostos" na cidade de Goiânia, para ter pessoal apto a celebrar conciliações judiciais trabalhistas.

O presidente do TRT destacou a importância da notícia para a Justiça do Trabalho mineira, que incentiva a solução dos conflitos pela via negociada, e para o próprio Banco, um parceiro de longa data. Para todos, a nova postura levará à reaproximação dos demandantes, contribuindo para afastar animosidades e para restabelecer boas relações.

Banco do Brasil poderá propor acordo aos reclamantes que manifestarem esse interesse (imagem 1)
Foto Walter Sales

Além do citado gerente do Banco do Brasil, fizeram parte da visita seus colegas Paulo Roberto Evangelista (diretor da área de risco), Sérgio Rodrigues Pimentel (Diretoria de Gestão de Riscos), Márcio Tunholi (Superintendente Regional), Marco Aurélio Aguiar Barreto (consultor jurídico), João Batista Gimenez (Gestão de Pessoas e Responsabilidade Sócio-ambiental), Áurea Farias Martins (Diretora de Relações com Funcionários e Entidades Patrocinadas) e Regina Negri (gerente de relacionamento). Presente, ainda, o juiz auxiliar da presidência, Danilo Siqueira de Castro Faria. (Walter Sales)

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