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Justiça do Trabalho amplia ações itinerantes no Brasil e Minas Gerais se prepara para ir a campo

publicado: 27/08/2026 às 16h56 | modificado: 27/08/2026 às 17h57

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Resumo em texto simplificado

A Política Nacional de Justiça Itinerante e Inclusão Digital leva atendimento da Justiça do Trabalho a comunidades indígenas, quilombolas, ribeirinhas, tradicionais e regiões remotas de todo o país. No TRT-MG, o Tribunal Pleno aprovou, em 13 de agosto, por maioria de votos, a Política Regional, que será coordenada pelo Núcleo de Cooperação Judiciária, em articulação com a Corregedoria e os Programas Institucionais. No primeiro semestre de 2026, as ações nacionais percorreram mais de 22,8 mil quilômetros e beneficiaram mais de 33,7 mil pessoas.

Saiba mais sobre esta iniciativa

Arte do Projeto Itinerância da Justiça do Trabalho

Indígenas, quilombolas, ribeirinhos, comunidades tradicionais e populações de regiões remotas estão entre os públicos beneficiados pela Política Nacional de Justiça Itinerante e Inclusão Digital, que amplia a presença da Justiça do Trabalho em locais onde o acesso aos serviços do Estado é mais difícil. Instituída pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) em 2025, a política tornou obrigatória a realização de ações itinerantes em todo o país. A política nacional prioriza territórios remotos e comunidades ribeirinhas, indígenas, tradicionais e quilombolas, além de periferias urbanas, regiões de fronteira e áreas rurais isoladas, especialmente aquelas em situação de exclusão digital.

Justiça do Trabalho será Itinerante também em Minas Gerais

No TRT-MG, a iniciativa ganhou um novo marco com a aprovação, por maioria de votos, pelo Tribunal Pleno, em 13 de agosto, da minuta da Resolução Conjunta que institui a Política Regional de Justiça Itinerante e Inclusão Digital. A proposta atende à determinação do CSJT e estabelece diretrizes para a atuação do Regional mineiro. A execução da Política Regional será coordenada pelo Núcleo de Cooperação Judiciária, em articulação com a Corregedoria e os Programas Institucionais, conforme proposta do vice-corregedor do TRT-MG e supervisor do Núcleo, desembargador Antônio Gomes de Vasconcelos.

Durante as ações, magistradas, magistrados, servidoras e servidores prestam atendimento, orientam a população e esclarecem dúvidas. A atuação pode contar ainda com a participação de outros órgãos públicos, ampliando a oferta de serviços de cidadania.Os números mostram o alcance da iniciativa. Somente no primeiro semestre de 2026, as ações nacionais percorreram mais de 22,8 mil quilômetros, reuniram cerca de 210 parceiros, realizaram mais de 14,6 mil atendimentos e beneficiaram mais de 33,7 mil pessoas.

Com informações do TST

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