Metas nacionais da Justiça do Trabalho: consulta pública se encerra nesta sexta-feira (5/6)
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Resumo em texto simplificado
A Justiça do Trabalho realiza até sexta-feira (5/6) uma consulta pública para definir as Metas Nacionais de 2027. A iniciativa busca reunir opiniões de usuários dos serviços da instituição, como trabalhadores, empregadores, advogados, magistrados, servidores, integrantes do Ministério Público e representantes de entidades de classe. O levantamento pretende identificar prioridades para o aperfeiçoamento do Judiciário trabalhista em áreas como acesso à Justiça, celeridade processual, conciliação, efetividade da execução, inovação, sustentabilidade, acessibilidade e valorização dos servidores. A pesquisa é realizada de forma unificada em toda a Justiça do Trabalho, do primeiro grau ao Tribunal Superior do Trabalho.
Saiba mais sobre esta iniciativaA Justiça do Trabalho promove, até sexta-feira (5/6), a Consulta Pública para Metas Nacionais de 2027. O objetivo é coletar a opinião de quem usa os serviços de Varas, Fóruns e Tribunais do Trabalho em todo o país para a elaboração das metas nacionais da instituição para o próximo ano.

Responda o questionário
A participação da sociedade na definição das prioridades estratégicas da Justiça do Trabalho para os próximos anos fortalece o processo de formulação participativa e democrática de metas. Podem participar da levantamento:
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Trabalhadores e trabalhadoras;
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Empresas;
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Advocacia;
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Integrantes do Ministério Público;
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Magistradas e magistrados;
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Servidores e servidoras da Justiça do Trabalho; e
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Representantes de sindicatos e associações de classe.
Temas
A pesquisa é unificada nacionalmente em todo a Justiça do Trabalho, desde o primeiro grau até o Tribunal Superior do Trabalho (TST).A proposta é identificar, junto aos participantes, os temas que devem ser priorizados e aperfeiçoados em 2027, especialmente em áreas como:
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Acesso à Justiça;
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Desburocratização;
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Agilidade processual,
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Meios consensuais de solução de conflitos;
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Uniformidade e coerência das decisões entre o 1º e o 2º grau;
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Efetividade da execução;
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Qualidade das decisões;
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Inovação;
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Racionalização de gastos;
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Sustentabilidade;
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Acessibilidade; e
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Valorização do corpo funcional.
Com informações da Secom do TST
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