Alunos da rede pública participam da primeira edição do Outubro da Criança do TRT-MG

publicado 03/10/2018 15:55, modificado 04/10/2018 14:04

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Foto: Leonardo Andrade

“Conscientizar as crianças e adolescentes do porquê de não trabalhar e da importância do estudo para preservação do futuro é uma forma de contribuir para erradicar o trabalho infantil”, defendeu a gestora regional do Programa de Combate do Trabalho Infantil e de Estímulo à Aprendizagem do TRT-MG, desembargadora Adriana Goulart de Sena Orsini na abertura do Outubro da Criança, que aconteceu na tarde dessa segunda-feira (1), no edifício-sede do tribunal.

A iniciativa é do Comitê Regional do Programa de Combate ao Trabalho Infantil e de Estímulo à Aprendizagem, em parceria com Centro de Memória – Escola Judicial. Pela programação, estão previstas atividades temáticas do Programa Justiça e Cidadania desenvolvidas para estudantes com idade entre 5 e 18 anos, de escolas públicas e privadas de Belo Horizonte e Região Metropolitana.

Presente ao evento, o presidente em exercício do Tribunal, desembargador Márcio Flávio Salem Vidigal, dirigiu-se aos 40 alunos da Escola Municipal Herbert José de Souza, primeira instituição a participar das atividades deste mês de outubro, falando sobre a importância de estudar e não trabalhar, recomendando que o trabalho infantil não é bom, nem para meninos e nem para meninas.

Também estiveram presentes na abertura a gestora do Comitê Regional do Programa Trabalho Seguro, desembargadora Denise Alves Horta, a suplente do Programa de Combate do Trabalho Infantil e de Estímulo à Aprendizagem do TRT-MG, juíza Luciana Alves Viotti, a vice-representante de coordenação de Combate ao Trabalho Infantil e representante do Fomento ao Trabalho Protegido, Sílvia Domingues Bernardes Rossi e a coordenadora do Fórum de Erradicação e Combate ao Trabalho Infantil e Proteção ao Adolescente Trabalhador do Ministério do Trabalho e Emprego, Elvira Míriam Veloso de Mello Cosendey.

Atividades

A equipe do Centro de Memória – Escola Judicial apresentaram aos estudantes um recorte histórico sobre o trabalho infantil no Brasil e quais os mecanismos criados com intuito de proteger a criança e o adolescente, entre eles o Programa Jovem Aprendiz. Também foram realizados jogos e uma audiência simulada presidida pela juíza Luciana Alves Viotti, que suscitaram reflexão sobre o trabalho infantil e a importância de erradicar tal prática.

Ao final da visita, as crianças receberam material educativo que informa sobre a legislação e a regulamentação do trabalho infantil.

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