Programa Justiça e Cidadania aborda combate ao trabalho escravo com estudantes do IFMG
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Resumo em texto simplificado
O TRT-MG recebeu, nesta segunda-feira (31/8), estudantes do Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG) – Campus Sabará para uma edição temática do Programa Justiça e Cidadania sobre o enfrentamento ao trabalho escravo. A programação incluiu visita à exposição Trabalho & Cidadania e uma audiência simulada, conduzida pelo juiz Marcelo Oliveira da Silva, gestor regional de Primeiro Grau do Programa Nacional de Enfrentamento ao Trabalho Escravo e ao Tráfico de Pessoas e de Proteção ao Trabalho do Migrante. A atividade simulou uma demanda trabalhista envolvendo exploração de mão de obra em uma lavoura de café e abordou a dinâmica das audiências e a importância da conciliação.
Saiba mais sobre esta iniciativaO TRT-MG recebeu, nesta segunda-feira (31/8), uma turma de estudantes do Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG) – Campus Sabará para uma edição temática do Programa Justiça e Cidadania dedicada ao enfrentamento do trabalho escravo. Acompanhados pela professora Ludmila Nogueira Murta, os alunos participaram de uma programação no Espaço da Exposição Trabalho & Cidadania, no saguão do edifício-sede do Tribunal. A atividade incluiu uma conversa sobre o funcionamento da Justiça do Trabalho, a exibição de vídeo institucional, uma visita mediada à exposição Trabalho & Cidadania e uma audiência simulada.

Aprendizado e conscientização
A audiência, que abordou uma demanda trabalhista relacionada à exploração de mão de obra em uma lavoura de café, foi conduzida pelo juiz Marcelo Oliveira da Silva, gestor regional de Primeiro Grau do Programa Nacional de Enfrentamento ao Trabalho Escravo e ao Tráfico de Pessoas e de Proteção ao Trabalho do Migrante. Na oportunidade, o magistrado apresentou aos estudantes a dinâmica de uma audiência trabalhista e destacou, especialmente, a importância da conciliação como forma de solução dos conflitos.

Bastante participativos, os alunos também se caracterizaram para interpretar os diferentes papéis na audiência. Miguel Ângelo atuou como secretário e avaliou a experiência como divertida e educativa. “A gente conseguiu entender como funciona um Tribunal e, mais importante, saímos daqui mais conscientes dos direitos trabalhistas e das formas mais comuns de violações desses direitos”, afirmou. Estudante do segundo ano de Administração, Francis Rosa interpretou o papel do fazendeiro que supostamente violou direitos de trabalhadores ao contratá-los sem observar o cumprimento da legislação trabalhista. Para ele, a atividade reforçou a importância da conscientização sobre o tema. “É preciso conscientizar cada vez mais pessoas sobre a prática de trabalhos abusivos que, infelizmente, ainda acontecem”, destacou.
A professora Ludmila Nogueira contou que o tema da audiência havia sido trabalhado previamente em sala de aula, o que contribuiu para aprofundar a discussão durante a visita ao Tribunal. Segundo ela, a atividade também ajudou a despertar os estudantes para uma realidade que muitos imaginavam já não existir. “Eu tenho certeza de que eles estão saindo daqui pessoas mais críticas, mais conscientes e que vão ser replicadores desse conteúdo lá fora”, concluiu.
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