TRT-MG presta assistência a mulheres na edição especial do "Rua de Direitos"
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Resumo em texto simplificado
Dezenas de mulheres em situação de rua participaram, nesta sexta-feira (6/3), em Belo Horizonte, do programa “Rua de Direitos”, iniciativa interinstitucional que reúne diversos órgãos públicos para ampliar o acesso dessa população ao Sistema de Justiça, no âmbito da política PopRuaJud, do CNJ. Realizada às vésperas do Dia Internacional da Mulher, a edição priorizou o atendimento ao público feminino no Santuário Arquidiocesano Nossa Senhora da Conceição dos Pobres.
O TRT-MG participou da ação com equipe da Ouvidoria, da Ouvidoria da Mulher e do setor de Atermação, prestando informações, consultas e encaminhamentos sobre demandas trabalhistas. A desembargadora Juliana Vignoli Cordeiro destacou a importância do programa como espaço de acolhimento e visibilidade para pessoas em situação de rua, especialmente mulheres, que enfrentam maior discriminação e vulnerabilidade.
Saiba mais sobre esta iniciativaDezenas de mulheres em situação de rua da capital mineira participaram, nesta sexta (6/3), do programa “Rua de Direitos”, que reúne representantes de diversos órgãos públicos, entre eles a Justiça do Trabalho, numa iniciativa interinstitucional para atender especialmente a população de rua. O programa é uma das ações do PopRuaJud, política do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) criada para garantir que pessoas nesta condição de vulnerabilidade tenham acesso facilitado ao Sistema de Justiça. Esta edição do programa, realizada às vésperas do Dia Internacional da Mulher, celebrado no dia 8 de março, priorizou o público feminino e realizou os atendimentos no Santuário Arquidiocesano Nossa Senhora da Conceição dos Pobres (Rua Além Paraíba, 152, Lagoinha).
Uma equipe do TRT-MG, liderada pela desembargadora Juliana Vignoli Cordeiro, e composta por servidores da Ouvidoria, da Ouvidoria da Mulher e do setor de Atermação do TRT-MG, participou da iniciativa prestando atendimento a quem precisava de informações, consultas ou encaminhamentos de ações trabalhistas. E o atendimento foi além. Uma das mulheres atendidas hoje, a Diane, procurou a “Rua de Direitos” apenas para contar sua história. Ela disse que já foi vítima de violência de gênero e fez um apelo por meio de um cartaz: “Mulheres não têm que sofrer; têm que ser valorizadas”.

Acolhimento além da prestação de serviços
A desembargadora Juliana Vignoli, que também é gestora regional do Programa de Enfrentamento ao Trabalho Escravo e ao Tráfico de Pessoas e de Proteção do Trabalho do Migrante do TRT-MG, ressaltou a importância social do programa. “É um momento de acolhimento que a rede do PopRuaJud desempenha para as pessoas em situação de rua, socialmente tão marginalizadas e invisibilizadas. As mulheres nesta condição também enfrentam maior discriminação, e por isso é importante dar esta atenção especial a elas”, concluiu.

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