Alunos da PUC participam de atividades no Laboratório de Atividades Judiciais no Centro de Memória

publicado 15/04/2015 14:41, modificado 15/04/2015 17:41
Alunos da PUC participam de atividades no Laboratório de Atividades Judiciais no Centro de Memória (imagem 1)

Setenta alunos do professor Paulo Roberto Sifuentes Costa, desembargador ex-presidente do TRT3, do Curso de Direito da PUC-Minas, unidades Praça da Liberdade e Coração Eucarístico, participaram, nos dias 7 e 14 de abril, do projeto Laboratório de Atividades Judiciais da Justiça do Trabalho mineira.

O objetivo do projeto é, além de apresentar à comunidade acadêmica e à sociedade o potencial de pesquisa do acervo, composto por mais de 220 mil processos findos trabalhistas, também disponibilizar, como material didático, em cooperação com professores dos cursos de graduação e pós-graduação em Direito e em diversas áreas do conhecimento vinculadas ao mundo do trabalho, os processos trabalhistas históricos preservados na Justiça do Trabalho. Dessa forma, busca-se um contato direto dos alunos com a prática processual por meio de causas reais tramitadas e julgadas na Instituição, conciliando conhecimentos teóricos adquiridos na sala de aula com ações e demandas presentes no cotidiano dos operadores do direito.

Alunos da PUC participam de atividades no Laboratório de Atividades Judiciais no Centro de Memória (imagem 2)

Durante a visita os estudantes participaram de uma exposição sobre o Programa de Gestão Documental e Preservação da Memória na Justiça do Trabalho, apresentada pela servidora do Centro de Memória, Maria Aparecida Carvalhais Cunha, e assistiram a dois vídeos que retratam o projeto e o acervo apresentado. Dentro das atividades do Laboratório de Atividades Judiciais, pesquisaram processos das décadas de 1940 e 1960, que tiveram tramitações mais complexas, chegando às três instâncias da Justiça do Trabalho.

Segundo o professor Paulo Sifuentes, a visita ao Laboratório de Práticas Jurídicas é muito interessante e útil para os alunos, pois oferece a eles a possibilidade de aliarem a teoria aprendida na universidade com a prática, além de mostrar o trabalho que é executado nesta Justiça Especializada, seu papel social e incorporação dos mais legítimos sentidos da cidadania.

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