Representantes do TRT da Paraíba conhecem projeto Singespa

publicado 09/03/2012 12:23, modificado 09/03/2012 15:23

O juiz Cléber Lúcio de Almeida, titular da 11ª VT de Belo Horizonte e coordenador-geral do Singespa - Sistema Integrado de Gestão Judiciária e de Participação da Primeira Instância na Administração do TRT da 3ª Região, recebeu, nesta sexta-feira, a visita do desembargador do TRT da 13ª Região (Paraíba), Edvaldo de Andrade, e do juiz Adriano Mesquita Dantas, presidente da Associação dos Magistrados do Trabalho da 13ª Região - Amatra 13. Os magistrados vieram conhecer o Singespa, sua infraestrutura e funcionamento.

Segundo o juiz Adriano Mesquita Dantas, além de conhecer a iniciativa do TRT da 3ª Região, a visita também teve o objetivo de compartilhar as boas práticas jurisdicionais. "O Judiciário está passando por um processo de democratização e planejamento, e passou a ser pensado a longo prazo. Então a participação de todas as partes interessadas neste processo é fundamental. Nós temos a participação hoje pela Amatra 13, mas temos juízes que não são associados e eles também precisam ser ouvidos. Assim, o Singespa é uma oportunidade de tratar os interesses da magistratura de maneira institucional e com a participação de todos os juízes", destacou.

Representantes do TRT da Paraíba conhecem projeto Singespa (imagem 1)
Da esq. para dir.: Coronel Paulo Márcio Diniz, assessor de Apoio Externo e Institucional do TRT-MG, juízes Adriano Mesquita Dantas e Cléber Lúcio de Almeida, desembargador Edvaldo de Andrade e Baltazar Pequeno, diretor de serviços gerais do TRT 13 (Foto Madson Morais)

O Singespa é uma iniciativa revolucionária de cooperação e gestão judiciárias do TRT-MG, que democratiza a gestão, com inédita participação da Primeira Instância. A experiência nasceu com o Núcleo de Cooperação Judiciária do Foro de Belo Horizonte e depois acabou cristalizada no I Encontro de Magistrados do Foro da Justiça do Trabalho de Belo Horizonte, ocorrido em 2010. Em seguida, a iniciativa foi estendida para todo o estado de Minas. O projeto subdivide-se em sete Unidades Regionais de Gestão Judiciária - Urges - distribuídas segundo critérios administrativos e socioeconômico-geográficos: BH, Região Metropolitana de BH, Norte, Sul, Triângulo/Alto Paranaíba, Nordeste e Zona da Mata. Solange Kierulff

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