Corregedora e vice-corregedor do TRT se reúnem com o coordenador geral do Singespa

publicado 25/02/2014 07:47, modificado 25/02/2014 10:47

A corregedora do TRT da 3ª Região, Desembargadora Denise Alves Horta, e o vice-corregedor do Regional, Desembargador Luiz Ronan Neves Koury, participaram, nessa sexta-feira, dia 21, de uma reunião com o coordenador geral do Singespa, juiz Cleber Lúcio de Almeida. A reunião havia sido agendada no início do mês de fevereiro, a pedido da corregedora, e representa o início do diálogo entre os juízes de primeira instância e a Corregedoria, voltado à construção conjunta de soluções para as várias questões que têm preocupado os juízes de primeira instância, muitas delas, inclusive, tratadas nas Diretrizes de Ação, aprovadas nos Encontros Anuais do Singespa.

Neste encontro, e já como primeira forma de atuação conjunta, os Desembargadores prometeram envidar esforços para a implantação da Diretriz de Ação DA 17/RP 11, aprovada na URGE-BH, no Encontro Anual de 2012, que prevê a criação, nos foros trabalhistas, de espaço adequado para a conciliação dotado de mesa, cadeiras, calculadora e bloco para anotações, enfim, onde advogados e partes possam dialogar. Ficou acertado que serão enviadas à Corregedoria as Consolidações das Diretrizes de Ação aprovadas nos encontros anuais e que novas reuniões serão agendadas em breve, com a participação do coordenador geral e de juízes representantes das Unidades Regionais.

Na reunião, o juiz Cleber Lúcio de Almeida foi informado de que está em estudo o Projeto de Ação Integrada, no qual a Corregedoria, a SGP e a Assessoria de Apoio à Primeira Instância, a partir de pedido do juiz ou como resultado da avaliação da situações das Varas do Trabalho, prestariam auxílio, de forma integrada, na solução de problemas relacionados com o volume de trabalho na unidade judiciária e as suas consequências no bem estar dos que nela atuam e no melhor atendimento possível aos que recorrem à Justiça do Trabalho. O coordenador geral do Singespa reiterou, na oportunidade, o compromisso dos juízes de primeira instância com a construção de soluções que traduzam uma prestação jurisdicional qualificada e, ao mesmo tempo, contribuam para a construção de um ambiente de trabalho saudável para magistrados e servidores.

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