Programa Justiça e Cidadania promove visita de universitários durante a Semana de Conciliação

publicado 28/11/2014 14:51, modificado 10/03/2019 11:05
Programa Justiça e Cidadania promove visita de universitários durante a Semana de Conciliação (imagem 1)
Foto: Augusto Ferreira

Nos dias 24 e 27 de novembro, 98 alunos do 8º período do curso de Direito da Faculdade de Direito Minas Gerais - FAMIG, acompanhados pelo professor de Processo do Trabalho Fernando Quadros, participaram do Programa Justiça e Cidadania, sob a responsabilidade da Escola Judicial, por meio do Centro de Memória.

As turmas foram atendidas pela servidora Ana Cristina Portes e pelos estagiários Phillipe Lenoir e Igor Garcia Santos.

As visitas, previstas na programação da Semana de Conciliação, prevêm uma visita mediada à exposição Trabalho & Cidadania, e a participação em uma audiência trabalhista simulada, culminando com o acompanhamento do julgamento da 1ª Turma e da Turma Especializada - SDI do TRT.

Os magistrados que conduziram as audiências simuladas dedicaram alguns minutos para refletirem, com os alunos, sobre a importância e o benefício da conciliação nas questões judiciais e na vida das pessoas.

Programa Justiça e Cidadania promove visita de universitários durante a Semana de Conciliação (imagem 2)
Foto: Leonardo Andrade

As audiências simuladas foram conduzidas pela desembargadora Deoclecia Amorelli Dias e pelo Juiz do Trabalho titular da 35ª vara do trabalho de Belo Horizonte, Marco Túlio Machado Santos.

A desembargadora Deoclecia Amorelli Dias assim descreve a conciliação: "Na Justiça do Trabalho, a figura da conciliação tem grande força. A tentativa de conciliação é obrigatória já na primeira audiência. E conciliar é bom para todos, principalmente para as partes, pois além da composição no campo material, há um acerto de ânimos de forma que empregado e empregador se harmonizam também na convivência, restabelecendo a paz social".

O juiz Marco Túlio filosofa: "Conciliação é libertação. Litigamos quando a mágoa está instalada em nós, o que só ocorre quando transferimos para o outro (patrão ou empregado) o poder de nos fazer felizes ou infelizes. Ao entrarmos em litígio, dormimos, acordamos e vivemos pensando no ex-adverso. As coisas param na vida, porque o litígio vincula as partes. Liberte-se."

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