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TRT-MG anuncia que PBH pagará em dezembro todos os precatórios trabalhistas de 2014

publicado 07/10/2014 05:45, modificado 07/10/2014 08:45
TRT-MG anuncia que PBH pagará em dezembro todos os precatórios trabalhistas de 2014 (imagem 1)
Marco Antônio Rosa, juiz Danilo Siqueira de Castro Faria, desembargadora Emília Facchini, procurador Pedro Andrade e Lília Melo

A desembargadora Emília Facchini, 2ª vice-presidente do TRT da 3ª Região, anunciou nesta segunda-feira (5) a disposição da Prefeitura de Belo Horizonte em realizar, de forma integral até o dia 12 de dezembro próximo, o pagamento dos precatórios trabalhistas que vencem em 2014. Quem trouxe a boa notícia foi o procurador Pedro Andrade, gerente da Área Trabalhista e Pessoal da Procuradoria, e Lília Melo, gerente de Contas e Perícia Judicial da PBH, que foram recebidos, quinta-feira (2/10), no gabinete da desembargadora, juntamente com o juiz diretor do Foro Trabalhista de BH, Danilo Siqueira de Castro Faria, e Marco Antônio Rosa, diretor da Secretaria de Execuções e Precatórios.

O pagamento dos 77 precatórios trabalhistas do município de 2014 vai beneficiar cerca de 200 trabalhadores, num montante em torno do valor de 4 milhões de reais. As audiências com os reclamantes serão realizadas na primeira semana de dezembro e o pagamento será feito até o dia 12 de dezembro, com os depósitos sendo feitos a partir da semana seguinte, no dia 15 ou 16 de dezembro. Serão pagos todos os precatórios da administração direta e indireta do município, da Sudecap, SLU, Fundação Zoo-Botânica e do Odilon Behrens.

Segundo o procurador, o município de BH "reafirmou o compromisso de uma parceria que já vem de alguns anos com o TRT para fazer o pagamento de todos os precatórios dentro dos prazos, mantendo as obrigações trabalhistas em dia, o que irá propiciar aos beneficiados um fim de ano mais tranquilo".

A desembargadora Emília Facchini considerou, na ocasião, que "o Tribunal tem que ir além de julgar, efetivando estas parcerias que trazem consequências favoráveis aos trabalhadores. É o que nós chamamos aqui na Justiça do Trabalho de boas práticas, e só podemos louvar esta atitude, que significa um prenúncio de que novos acordos virão para os anos vindouros. Com isto, o município, que até então era devedor de um valor até mais significativo, vem abrandando esta dívida de uma forma positiva e em dia com os credores". (Solange Kierulff - Foto: David Landau)

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