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TRT-MG recebe prêmio CNJ de Qualidade na categoria "Diamante"

publicado 22/11/2022 18:11, modificado 22/11/2022 18:20

O TRT-MG recebeu nesta terça-feira (22/11), durante o 16º Encontro Nacional do Poder Judiciário, que acontece em Brasília, o Prêmio CNJ de Qualidade na categoria “Diamante”, principal graduação da premiação. Conferido anualmente durante o Encontro Nacional do Poder Judiciário, o Prêmio CNJ de Qualidade é um estímulo para os segmentos do Poder Judiciário buscarem excelência na gestão e no planejamento de suas atividades, na organização administrativa e judiciária e na sistematização e disseminação das informações e da produtividade.

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O presidente do Tribunal, Desembargador Ricardo Antônio Mohallem, recebeu o prêmio das mãos do Conselheiro do CNJ Richard Pae Kim

Dele participam os tribunais superiores, os 27 Tribunais de Justiça (TJs), os cinco Tribunais Regionais Federais (TRFs), os 24 Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs), os 27 Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) e os três Tribunais de Justiça Militar (TJMs) dos estados. Em cada segmento de atuação, as instituições são classificadas em três categorias: “Diamante”, “Ouro” e “Prata”.

Para avaliação, quatro eixos temáticos são levados em consideração: produtividade, governança, transparência, dados e tecnologia. A cada um dos requisitos, é atribuída uma pontuação. Assim, a análise segmentada permite identificar os melhores tribunais, segundo questões de organização e desempenho.

Com 82,94%, o TRT/MG alcançou a terceira maior pontuação entre os tribunais trabalhistas do país. Parte desse resultado é atribuível à iniciativa do presidente da instituição, desembargador Ricardo Mohallem, de criar, já no início da gestão, um projeto estratégico para acompanhar o cumprimento dos itens de avaliação, prestar consultoria às áreas envolvidas e promover a organização dos dados de forma mais eficiente – o “Gestão Diamante".

Com muita alegria, partilho com os magistrados e servidores do TRT-MG o prêmio CNJ de Qualidade, na categoria Diamante, em cerimônia presidida pela excelentíssima ministra Rosa Maria Weber, pelo desempenho da nossa instituição. Esse reconhecimento nos enche de orgulho e nos faz comprometer ainda mais com a busca da excelência no nosso dia a dia”, parabenizou o presidente do Tribunal.

Para o corregedor e gestor de metas do TRT-MG, desembargador Fernando Rios Neto, essa conquista em 2022 "tem relevância extraordinária por demonstrar um consistência de nossas administrações e da notável entrega da tutela jurisdicional por nossos magistrados de primeiro e segundo graus, num cenário de pós pandemia do Covid 19. Demonstra também a competência e dedicação dos nossos servidores de todos os setores da atividade fim e das áreas de apoio e administrativa. Enfim, traz o reconhecimento de um trabalho guiado pela excelência em qualidade e desempenho, o que se engrandece ainda mais em se considerando tratar-se de um tribunal de grande porte que ora se destaca entre cinco coirmãos".

Na mesma linha, a secretária de Gestão Estratégica do Tribunal, Patrícia Reis, destacou que a premiação é um esforço conjunto de magistrados e servidores das unidades judiciárias e administrativas da instituição.

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A secretária de Gestão Estratégica, Patrícia Reis; os desembargadores Fernando Rios Neto e Ricardo Mohallem; e o juiz auxiliar da Presidência Renato Amado 

Novos critérios

Com a inclusão de 10 novos critérios entre os parâmetros de avaliação na quarta edição do prêmio, que foi criado em 2019 em substituição ao Selo “Justiça em Números”, foram avaliados 52 requisitos, de acordo com especificidades dos ramos de Justiça. Cinco novos critérios estão no eixo Governança, incluindo atendimento à Política Nacional de Atenção e Apoio às Vítimas de Crimes e Atos Infracionais e à de Acessibilidade e Inclusão de Pessoas com Deficiência.

No eixo da Produtividade, dois novos critérios foram incluídos. Um considera as unidades judiciárias a partir do Índice de Atendimento à Demanda (IAD), que mede se a vara consegue baixar mais processos em relação ao número de processos novos. O outro é relativo às ações ambientais.

E três novos critérios estão no eixo de Dados e Tecnologia e dizem respeito ao cumprimento de saneamento de dados, integração de sistemas à Plataforma Digital do Poder Judiciário (PDPJ) e pontuação proporcional ao volume de casos pendentes e em tramitação integrados à plataforma Codex.

*Com informações do CNJ

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Fotos: G.Dettmar/CNJ

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