Animação e conscientização marcam a 4ª Caminhada pelo Trabalho Decente e Saúde do TRT-MG
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Resumo em texto simplificado
A 4ª Caminhada pelo Trabalho Decente e Saúde do TRT-MG reuniu servidores, magistrados e participantes em uma manhã de exercício físico, com direito a música e dança. O evento destacou a importância do trabalho decente, da inclusão, da prevenção de acidentes, do combate ao trabalho escravo e infantil e da aprendizagem. Após o percurso de três quilômetros, os participantes participaram de sorteios de prêmios oferecidos por instituições parceiras.
Saiba mais sobre esta iniciativaO relógio marcou 8h na manhã deste domingo (20/9) e a av. Getúlio Vargas, em frente ao edifício-sede, já reunia algumas centenas de pessoas que começavam a chegar para a 4ª Caminhada pelo Trabalho Decente e Saúde do TRT. O evento foi promovido como iniciativa dos quatro programas do Tribunal coordenados pelo Núcleo de Apoio a Projetos Institucionais (Napi).
O dia de atividades começou com uma sessão coletiva de exercícios de alongamento. Logo após, os presentes tiveram a oportunidade de acompanhar a apresentação musical do servidor Henrique Resende Silva. Na sequência, ainda houve a apresentação do grupo de dança “Mano Down”, com a participação de crianças com síndrome de Down.
Defesa do trabalho decente e dos programas do TRT
Os gestores de segundo grau dos quatro programas que combatem formas de trabalho degradante e o presidente do TRT deram rápidos recados antes da largada. O presidente do Tribunal, desembargador Sebastião Geraldo de Oliveira, defendeu os programas e disse que este “é um momento de tomada de posição”, referido-se à defesa do trabalho decente, mote do evento. “É um dia para entrosamento e envolvimento com os colegas com muita alegria”, completou o magistrado.
Pelo Programa Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho – Trabalho Seguro, o desembargador Marcelo Lamego Pertence falou da importância de mostrar para a sociedade que o trabalho tem que ser fonte de sobrevivência, satisfação e prazer, e não de sofrimento e morte. A desembargadora Juliana Vignoli Cordeiro, gestora do Programa de Enfrentamento ao Trabalho Escravo, Tráfico de Pessoas e Proteção ao Trabalho do Migrante da Justiça do Trabalho, disse que a ocasião era propícia para pensar em tirar Minas Gerais da posição de recordista em exploração de trabalho escravo, e para que todos possam prestar atenção e perceber possíveis situações de exploração que estejam ocorrendo próximas.
Lembrando que o mês de setembro é dedicado à luta anticapacitista, a desembargadora Adriana de Sena Orsini - gestora do Programa de Equidade, Raça, Gênero e Diversidade da Justiça do Trabalho – chamou a atenção para o caráter inclusivo da Caminhada deste ano que, a partir de um incentivo da organização, contou com a inscrição de um bom número de pessoas com deficiência. A desembargadora Paula Oliveira Cantelli, representando o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil e de Estímulo à Aprendizagem da Justiça do Trabalho, conquistou o público para clamar, junto com ela e em coro, que “lugar de criança é na escola”. Ela também aproveitou para dizer que a escola é espaço para sonhar, aprender, brincar e se capacitar, e que o meio correto para entrar no mercado de trabalho é o contrato de aprendizagem.
No palco, também estavam presentes a 2ª vice-presidente do TRT, desembargadora Maria Cecília Alves Pinto, e o desembargador Ricardo Antônio Mohallem, que transmitiu uma mensagem de incentivo a todos.
O clima ajudou
Na hora de chamar os participantes a se posicionarem para o início da caminhada, a organização do evento chamou primeiramente as pessoas com deficiência, com o intuito de que elas ficassem mais próximas ao portal de largada.
Foram três quilômetros percorridos debaixo de um céu ensolarado, mas não de calor excessivo. Para alguns, a oportunidade de se exercitar, ou até de testar o tempo necessário para completar o percurso. Para outros, a oportunidade de estar com colegas ou em família, e de trocar uma ideia entre amigos enquanto realizavam uma agradável caminhada. E também houve aqueles que aproveitaram para fazer um pouco de cada. No trajeto, foram distribuídos copos de água.
Sorteios ao final
Ao final da caminhada, os participantes puderam acessar uma tabela com o tempo gasto para completar o percurso por meio de um QR code. Na chegada, além de água, foram distribuídas frutas. Depois que todos haviam terminado, foi a vez dos sorteios. Quatro participantes foram presenteados com vale-compras no valor de R$ 350 das Lojas Centauro, oferecidos pela Caixa Econômica Federal. Já a Associação dos Servidores do Tribunal do Trabalho da 3ª Região (Asttter) sorteou um smartwatch e dois fones de ouvido.
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