CNJ discute aperfeiçoamento profissional de juízes e servidores do Judiciário

publicado 15/04/2011 17:10, modificado 15/04/2011 20:10

O presidente do TRT-MG, desembargador Eduardo Augusto Lobato,e o presidente da Escola Judicial do TRT/MG, desembargador César Machado, participaram, na última sexta-feira, dia 15, em Florianópolis (SC), do Encontro Nacional do Judiciário sobre Capacitação, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para discutir formas de aperfeiçoamento profissional dos juízes e servidores do Poder Judiciário.

CNJ discute aperfeiçoamento profissional de juízes e servidores do Judiciário (imagem 1)
Foto: Agência de Notícias CNJ

Para os integrantes do Conselho Nacional de Justiça que participaram do encontro, o aperfeiçoamento da capacitação de magistrados e servidores do Poder Judiciário é essencial para adaptar a Justiça ao dinamismo da sociedade atual e para melhorar a prestação de serviços aos jurisdicionados.

O objetivo perseguido, segundo o conselheiro Milton Nobre, é a eficiência do Judiciário: "Melhores resultados e menores custos tanto econômicos quanto sociais", disse ele. Para o conselheiro, a realização do encontro, com a participação dos tribunais e dirigentes das escolas, ajuda a legitimar a Resolução 126 do CNJ e possíveis alterações que se fizerem necessárias.

"O CNJ está contribuindo com as escolas, criando mecanismos de interoperabilidade bem como a possibilidade da magistratura se tornar verdadeiramente nacional", explicou Felipe Locke Cavalcanti. Ou seja, a meta perseguida é melhorar a Justiça como um todo para prestar bons serviços à sociedade.

"A formação da magistratura brasileira deve ser o processo de aprendizado inicial, contínuo e especializado. O dinamismo social e a incessante produção de novos conhecimentos e criação de novas ideias afetam essencialmente os valores humanos", comentou o conselheiro Paulo Tamburini. Para o conselheiro Ives Gandra Martins Filho, coordenador do evento, os cursos de formação e qualificação dos magistrados devem reforçar os valores éticos, e também contribuir para a seleção de profissionais com vocação para a carreira. (Fonte: Gilson Euzébio, da Agência de Notícias do CNJ)

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