Programa Trabalho Seguro é vencedor do Prêmio Innovare

publicado 12/11/2012 13:00, modificado 12/11/2012 15:00

O Programa Trabalho Seguro , iniciativa do Tribunal Superior do Trabalho - TST e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho - CSJT, foi o vencedor da IX edição do Prêmio Innovare, na categoria Tribunal. O presidente do TST e do CSJT, ministro João Oreste Dalazen, recebeu o prêmio durante cerimônia realizada na última quarta-feira, 7, no Supremo Tribunal Federal.

Criado com o objetivo de contribuir para a diminuição do número de acidentes de trabalho, o Programa foi contemplado por ser uma prática bem sucedida e que contribui para a modernização, rapidez e eficiência da Justiça brasileira.

No TRT de Minas, o programa está sob a responsabilidade dos desembargadores Sebastião Geraldo de Oliveira, gestor nacional, Anemar Pereira Amaral e juiz Eduardo Aurélio Ferri, gestores regionais. Entre as práticas implementadas aqui, seguindo a Resolução 96/12 do CSJT, estão a divulgação do Programa no site institucional, intimações, notificações e consultas processuais, realização de seminários, palestras, confecção e distribuição de cartilhas, visitas a escolas públicas, além da promoção, em junho deste ano, de ato público no Mineirão para 2,5 mil operários. São parceiros do TRT no desenvolvimento do Programa, órgãos como Copasa, Sesi, Secretaria de Educação e Cemig.

Com os temas Desenvolvimento e Cidadania e Justiça e Sustentabilidade , a nona edição do Prêmio elegeu outras cinco práticas e homenageou 14 iniciativas que contribuem para o aprimoramento da Justiça no país. Ao todo foram 417 atividades avaliadas pela comissão julgadora, formada por personalidades do mundo jurídico, acadêmico e empresarial. Entre eles, o ministro Ives Gandra Martins Filho, do Tribunal Superior do Trabalho. Os critérios de avaliação e julgamento incluíam a eficiência, qualidade, criatividade, exportabilidade, satisfação do usuário, alcance social e desburocratização.

O Programa Trabalho Seguro tem recebido apoio de instituições públicas e privadas, unidas pela importância de implementar a cultura de preservação da higidez no ambiente laboral. Tem alcançado também a parceria de empregados, empregadores, sindicatos, Comissões Internas de Prevenção de Acidentes (CIPAs) e instituições de pesquisa e ensino. (Ruth Vasseur com informações do site do TST )

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