Vice-presidente administrativo do TRT participa de audiência de conciliação em Sete Lagoas

publicado 03/12/2008 17:31, modificado 03/12/2008 19:31
Vice-presidente administrativo do TRT participa de audiência de conciliação em Sete Lagoas (imagem 1)

A desembargadora Maria Lúcia Cardoso de Magalhães, vice-presidente administrativo do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região, presidiu hoje, 3 de dezembro, audiência especial em comemoração à IV Semana da Conciliação do TRT-MG, na qual foi homologado acordo de reclamatória trabalhista contra a Telemar. Participaram também da audiência os juízes Olívia Figueiredo Pinto Coelho, presidente da Amatra3, Josué Silva Abreu, diretor de juízes aposentados e pensionistas da entidade, Geraldo Magela de Melo, auxiliar da 1ª Vara do Trabalho de Sete Lagoas, o reclamante, Alberto Ferreira Cortez e seu representante legal, advogado Jairo Eduardo Lelis, e o representante da Telemar, advogado Carlos Alberto de Souza.

Vice-presidente administrativo do TRT participa de audiência de conciliação em Sete Lagoas (imagem 2)

Em seu pronunciamento, a desembargadora frisou que o Judiciário brasileiro se encontra assoberbado, com um número excessivo de processos, o que o torna lento e de baixa qualidade. “É importante, então, trabalhar, estimular e explorar as múltiplas alternativas de solução de conflitos, entre as quais ressalto a conciliação. Temos que criar uma nova mentalidade, voltada para a paz social, simplificando a solução por meio da aproximação entre as partes e, conseqüentemente, diminuindo o tempo de duração do litígio. Com isto, reduz-se o número de processos no Judiciário”, salientou.

Vice-presidente administrativo do TRT participa de audiência de conciliação em Sete Lagoas (imagem 3)

A desembargadora, lembrou, ainda, que o papel do juiz do Trabalho na conciliação deve estar revestido de uma postura pró-ativa: “Na grande maioria dos conflitos trabalhistas as partes são profundamente desiguais do ponto de vista econômico, social e cultural”, ressaltou. Dentro desse contexto, segundo ela, o juiz deve ficar atento a este quadro de desigualdade. A juíza Olívia Figueiredo Pinto Coelho também compartilha reforçou que é preciso dar ênfase à cultura da conciliação: “O juiz deve ser imparcial, mas não deve ser neutro. Deve estar atento e vigilante, pois não podemos homologar acordos a qualquer custo”, ponderou a magistrada.

Presentes também no evento os juízes Cléber José de Freitas e Gláucio Eduardo Soares Xavier, respectivamente titulares da 1ª e 2ª VT de Sete Lagoas, e a presidente do Sitraemg, Sônia Maria Peres de oliveira.

Homenagem

Na ocasião, a desembargadora Maria Lúcia Cardoso de Magalhães foi carinhosamente recebida pelos juízes e servidores da 1ª VT de Sete Lagoas, primeiro lugar onde trabalhou como servidora concursada. Emocionada, ela expressou sua gratidão pela cidade, “pois aqui tive a satisfação de conhecer colegas com os quais criei grandes laços de amizade”, contou.

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A desembargadora Maria Lúcia Cardoso de Magalhães recebe um cartão de prata da diretora da 2ª Vara de Sete Lagoas, Amália Maria Jorge de Castro: homenagem de juízes e servidores. Fotos: Solange Kierulff/ACS

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