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Drogaria Araújo assina plano de ação com o TRT para implementação do PPLR

publicado: 03/11/2026 às 15h11 | modificado: 03/11/2026 às 15h46

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Resumo em texto simplificado

A Drogaria Araújo e o TRT-MG assinaram um plano de ação para fortalecer o Programa de Promoção da Litigância Responsável (PPLR), priorizando a conciliação e a redução de processos trabalhistas. A iniciativa prevê a identificação de demandas recorrentes e a adoção de medidas preventivas para evitar novos conflitos. O objetivo é ampliar os acordos, reduzir a litigiosidade e fortalecer o diálogo entre a empresa e os trabalhadores.

Saiba mais sobre esta iniciativa

O presidente do TRT-MG se reuniu na manhã desta terça-feira (3/11) com a diretora administrativa da empresa Drogaria Araújo S.A., Silvia Araújo, para assinar um plano de ação com o objetivo de avançar conjuntamente no cumprimento de objetivos estabelecidos no Programa de Promoção da Litigância Responsável (PPLR) do Tribunal. O termo é voltado prioritariamente à busca de soluções consensuais nos processos trabalhistas em andamento contra a empresa.

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Da esquerda à direita: Sebastião Geraldo de Oliveira, Silvia Araújo, Clarissa Mello da Mata, Thaís Alcântara e Jairo Grastiquini

Pela empresa, também participaram da reunião a advogada Clarissa Mello da Mata, o superintendente de gestão de pessoas Jairo Grastiquini e a gerente-executiva de recursos humanos Thaís Alcântara. O TRT foi representado, junto ao presidente, pela juíza auxiliar da Presidência Flávia Cristina Rossi Dutra, pela assessora da Presidência Graziela Loures Mendes e pelo assessor de relações institucionais Paulo Haddad.

Plano promove a conciliação

O texto assinado prevê que a Drogaria Araújo apresente periodicamente listas de processos selecionados para serem encaminhados a audiências de conciliação, a partir de critérios que ajudem a identificar processos com potencial para alcançar acordos. Além disso, tanto a empresa como o Tribunal devem fazer um levantamento de quais os pleitos que aparecem com maior frequência nos processos. Os dados devem balizar a adoção de procedimentos internos da empresa que sirvam, de forma preventiva, para tentar evitar a repetição de conflitos.

Durante a reunião, o presidente do TRT expressou sua satisfação ao perceber o aprimoramento do diálogo entre a instituição e a empresa, bem como o efeito positivo que está sendo percebido a partir da atuação conjunta. Ele disse que o número de acordos aumentou e que percebe propostas mais adequadas durante as audiências. O desembargador manifestou ter certeza de que o proveito é recíproco.

Vantagens para todos

Para a diretora administrativa da Drogaria Araújo, a iniciativa vem para reduzir o volume de processos e a litigiosidade, diminuindo os impactos negativos que esse elevado número de demandas acumuladas traz para a empresa. “A primeira coisa é a gente conseguir alcançar a litigância saudável e responsável”, opina a executiva. Como vantagem, ela também percebe uma tendência de abertura para o diálogo por parte dos autores de ações trabalhistas e de seus representantes. “Eu acho que é um acordo de ganha-ganha que foi muito bem conduzido pela equipe do doutor Sebastião”, comenta Silvia Araújo, sobre o plano de ação assinado com o presidente do Tribunal.

O presidente do TRT esclareceu que o plano de ação busca ampliar a conciliação, diminuir a recorribilidade, prevenir a litigiosidade e, assim, promover um ambiente mais pacificado entre trabalhador e empresa.

De maneira mais ampla, um dos resultados já obtidos com o PPLR, de acordo com o desembargador Sebastião Geraldo de Oliveira, foi o aumento de condenações por litigância de má-fé para os poucos casos em que os advogados e as partes atuam sem observar critérios de boa-fé processual previstos em lei.

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