TRT-MG é Ouro

publicado 05/12/2016 16:01, modificado 05/12/2016 18:01
TRT-MG é Ouro (imagem 1)
Desembargadores César Machado (vice-corregedor) e Júlio Bernardo do Carmo (presidente do TRT-MG), acompanhados da servidora Sandra Pimentel (secretária de Gestão Estratégica), com o Certificado Selo Justiça em Números 2016, categoria Ouro, recebido pelo TRT-MG

O presidente do TRT-MG, desembargador Júlio Bernardo do Carmo, recebeu nesta segunda-feira (05), em Brasília, o Selo Justiça em Números 2016, categoria Ouro, pela pontuação alcançada no encaminhamento das informações constantes no Sistema de Estatística do Poder Judiciário (SIESPJ), com atenção aos prazos de preenchimento e à consistência dos dados, e pela performance no nível de informatização do Tribunal, uso de relatórios estatísticos para o planejamento estratégico e cumprimento de resoluções do CNJ alinhadas à gestão da informação.

A entrega dos selo Justiça em Números, concedido anualmente pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) nas categorias Bronze, Prata, Ouro e Diamante aos Tribunais que investem na excelência da produção, gestão, organização e disseminação de suas informações administrativas e processuais, aconteceu no 10º Encontro Nacional do Poder Judiciário, aberto na manhã desta segunda-feira pela presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do referido Conselho, ministra Cármen Lúcia. Na edição anterior, o TRT-MG já havia recebido o selo na categoria prata.

O Encontro Nacional do Poder Judiciário reúne, na sede do TSE, presidentes e corregedores dos tribunais e conselhos da Justiça, além de membros da área de governança e gestão estratégica do Poder Judiciário. O objetivo é aprovar as metas nacionais a serem cumpridas pelo Judiciário em 2017 e divulgar o desempenho parcial dos tribunais no cumprimento das metas deste ano.

No painel sobre o panorama dos tribunais superiores, o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Ives Gandra Filho, afirmou que a Justiça do Trabalho teve seu desempenho qualitativo comprometido pelo corte de 30% em seu custeio e 90% em seu investimento. Ele ressaltou que "o Processo Judicial Eletrônico (PJe) já está em 100% na Justiça do Trabalho, e cortar investimento em informática e manutenção é simplesmente parar a Justiça." (Walter Salles, com informações do site do CNJ)

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