TRT-MG conquista 2º lugar em premiação nacional de práticas em Gestão de Pessoas
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Resumo em texto simplificado
O TRT-MG conquistou o 2º lugar na Premiação de Práticas em Gestão de Pessoas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) com o projeto “Mapeamento das Competências dos Postos de Trabalho”. Coordenada por Anderson Lima de Oliveira, da Secretaria de Desenvolvimento de Pessoas (SEDP), a iniciativa foi desenvolvida colaborativamente com servidores do tribunal. O prêmio foi entregue pela ministra do TST e conselheira do CNJ, Kátia Magalhães Arruda. A prática permitiu identificar as competências necessárias para cada função, aprimorando a gestão de pessoas e alinhando-a às necessidades institucionais.
Saiba mais sobre esta iniciativaO TRT-MG conquistou o 2º lugar na Premiação de Práticas em Gestão de Pessoas do Poder Judiciário, promovida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com a iniciativa “Mapeamento das Competências dos Postos de Trabalho”. O prêmio foi entregue pela Ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e Conselheira do CNJ, Kátia Magalhães Arruda. A magistrada é a atual supervisora da Política Nacional de Gestão de Pessoas e da Política de Cuidados. Coordenada pelo servidor Anderson Lima de Oliveira, da Secretaria de Desenvolvimento de Pessoas (SEDP), a iniciativa é resultado de um trabalho colaborativo desenvolvido pelos servidores da Secretaria.

Anderson Lima de Oliveira, da Secretaria de Desenvolvimento de Pessoas (SEDP), recebe o prêmio das mãos ministra do TST e conselheira do CNJ, Kátia Magalhães Arruda
A metodologia foi aperfeiçoada ao longo do processo, a partir da participação de servidores de diversas unidades do Tribunal cujos postos de trabalho foram mapeados. O reconhecimento nacional destaca o trabalho realizado pelo TRT MG no mapeamento das competências necessárias ao exercício das atividades nos diferentes postos de trabalho, contribuindo para o aprimoramento da gestão de pessoas e para o desenvolvimento de práticas alinhadas às necessidades institucionais. A apresentação da prática pode ser conferida no canal do CNJ no YouTube, a partir de 1h26min40seg do vídeo disponível.