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Entendendo a Gestão de Riscos

publicado 18/07/2017 15:39, modificado 10/04/2021 11:46

O que é risco?

Quantas coisas certas existem na vida? Benjamin Franklin apontava duas: a morte e o pagamento de impostos. O resto são incertezas. Como, por definição, toda incerteza pode gerar riscos, estamos o tempo todo lidando com eles, sejam positivos ou negativos, ou, em outras palavras, oportunidades ou ameaças.

No contexto organizacional, essa regra também se aplica. Afinal, para que existem capacitações? Para melhorar a performance dos servidores, visando minimizar ameaças ou maximizar oportunidades. Para que serve um planejamento estratégico? Para avaliar forças, fraquezas, ameaças e oportunidades, no intuito de descobrir incertezas (riscos) que podem afetar nossos planos e, com isso, gerar um conjunto de respostas eficientes. 

Logo, todas as outras gestões são, na verdade, respostas a riscos.   

O que é Gestão de Riscos?

É o instrumento de governança que possibilita aos gestores públicos tratar com eficácia as incertezas, bem como as oportunidades a elas associadas, a fim de melhorar a capacidade de gerar valor para os cidadãos e para as demais partes interessadas.

Considerada eficaz ferramenta de controle, a gestão de riscos é realizada para melhorar continuamente os processos de trabalho da Instituição.

O Processo de Gestão de Riscos deste Tribunal, apesar de possuir especificidades, foi baseado no processo utilizado pela ISO 31000:2018. Ele compreende cinco etapas principais que, embora mostradas sequencialmente na imagem abaixo, na prática são aplicadas de forma iterativa. Essas etapas permitem que o risco seja identificado, compreendido e modificado (tratado), se necessário, em relação a critérios de risco que são definidos pela própria organização como parte do processo.

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 Benefícios da implantação da Gestão de Riscos

  • Redução das surpresas e prejuízos operacionais;
  • Comunicação reforçada entre as unidades;
  • Resposta eficaz a eventos inter-relacionados;
  • Melhoria no planejamento estratégico;
  • Utilização eficaz de recursos;
  • Melhoria da reputação e imagem institucional;
  • Promoção da melhoria contínua; e
  • Maior qualidade nos resultados obtidos.
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